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5 provas de que o Big Bang ocorreu

5 provas de que o Big Bang ocorreu

Não se deixe enganar: o Big Bang é um fato consumado. Aconteceu mesmo. Tudo que vemos hoje no Universo observável é resultado dele. Mas não pense você que foi fácil para a comunidade científica aceitar essa ideia, gestada e aprimorada durante quase um século. Ela só foi devidamente assimilada depois que muitas evidências, obtidas de modo independente, a confirmaram, de forma conclusiva. Hoje, o Mensageiro Sideral apresenta cinco provas que acabarão com todas as suas dúvidas.
Tudo isso aí começou comprimido num espaço menor que a cabeça de um alfinete (Crédito: Nasa)
Tudo isso aí começou comprimido num espaço menor que a cabeça de um alfinete (Crédito: Nasa)
Antes, contudo, é importante definir exatamente o que foi o Big Bang. A teoria, apelidada assim justamente por um de seus antigos adversários, sugere que tudo que vemos hoje no Universo já esteve, no passado, reunido numa região muito compacta, extremamente densa e muito quente. E isso inclui o próprio espaço! O Big Bang não é uma explosão convencional, em que a matéria se espalha de um ponto central para regiões circundantes. Ele é mais parecido com o inflar de um balão. Imagine que a superfície de uma bexiga é o próprio espaço. Ao inflá-la, você está meramente esticando a superfície que já existia. É por essa razão que não faz sentido falar de um lugar específico em que o Big Bang aconteceu. Ele aconteceu em toda parte, inclusive onde você está hoje. A diferença é que o espaço que hoje abriga você confortavelmente, há 13,8 bilhões de anos estava amontoado junto com o espaço que é ocupado por todo o resto do Universo — e toda a energia que compõe o cosmos estava lá também, espremida.
Isso tudo pode parecer maluquice, mas é a mais pura verdade. O que ainda é objeto de discussão entre os cientistas não é o fato de o Universo tal qual o vemos hoje ter começado num estado extraordinariamente comprimido e quente há 13,8 bilhões de anos. O que ainda se pode discutir é se esse estado em algum momento correspondeu a uma condição extrema conhecida como singularidade, em que a densidade e a temperatura atingem valores infinitos, e se esse foi de fato o princípio absoluto do Universo ou se havia algo antes desse nosso (re)começo. É justamente por isso que o cosmólogo Mario Novello, do CBPF (Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas), chama o Big Bang de “o mito científico da Criação”. Não por que ele não tenha acontecido, mas por que não há nenhuma confirmação de que ele tenha sido de fato o começo do próprio tempo e tenha partido de uma singularidade. O Big Bang é com certeza um princípio claro para as condições prevalentes no Universo observável hoje, mas isso não exclui a ideia de que houve outra instância do cosmos antes da atual — possivelmente se estendendo pela eternidade na direção do passado. E não são poucos os cosmólogos que defendem isso, inclusive Novello.
Essa ressalva é importante porque diversos grupos pseudocientíficos querem apresentar essas dúvidas e especulações legítimas como evidências de que o Big Bang, tal como definido dois parágrafos atrás, nunca passou de uma ideia disparatada. E nada poderia estar mais longe da verdade, como ficará claro pelas cinco provas que começaremos a apresentar agora. Vamos lá?
1. Galáxias em fuga
Galáxias fotografadas pelo Telescópio Espacial Hubble -- quanto mais distantes, mais depressa se afastam. (Crédito: Nasa)
Galáxias fotografadas pelo Telescópio Espacial Hubble — quanto mais distantes, mais depressa se afastam. (Crédito: Nasa)
Você certamente já ouviu falar do Telescópio Espacial Hubble. Mas talvez ainda não saiba quem foi o homem homenageado pelo venerável satélite da Nasa. Edwin Hubble foi um dos astrônomos mais importantes do século 20 e sua descoberta mudou para sempre nossa compreensão do Universo. Ele estudou a luz vinda de um sem número de galáxias e fez uma constatação literalmente bombástica: quando mais distante uma galáxia está, mais rápido ela parece se afastar de nós.
Sua descoberta foi feita ao constatar que a assinatura de luz das galáxias — o chamado espectro — é tão mais avermelhada quanto mais distante ela está. Esse chamado desvio para o vermelho tem dois componentes. Um deles é o conhecido efeito Doppler, que percebemos com clareza em ondas sonoras. Sabe quando uma ambulância passa por você e o som da sirene muda de tom conforme ela se aproxima e se afasta? Pois bem, isso acontece porque as ondas sonoras são comprimidas quando ela está chegando perto e esticadas quando se afasta. E o mesmo acontece com ondas de luz. Ao serem esticadas, elas ficam mais avermelhadas. Ao serem comprimidas, ficam mais azuladas. Então, uma galáxia se afastando de nós terá seu espectro de luz mais avermelhado.
Contudo, o efeito mais importante para a cosmologia é o que acontece pela expansão do próprio espaço, um fenômeno descrito pela teoria da relatividade geral. Imagine você que uma onda de luz atravessa o espaço enquanto ele mesmo está se esticando. A onda acaba esticada junto. Maior comprimento de onda, mais vermelha ela fica. Hubble notou que as galáxias mais próximas podiam ter distorções variadas. Andrômeda, por exemplo, sofre desvio para o azul, porque está se aproximando da Via Láctea (vamos bater em alguns bilhões de anos!). Contudo, quando vamos para as maiores escalas, a distâncias superiores a alguns milhões de anos-luz, o Universo parece bem mais uniforme, obedecendo à hoje famosa lei de Hubble — quanto mais longe a galáxia, maior o desvio para o vermelho e maior o afastamento. Moral da história: o Universo está em expansão. Salvo pela escala local, tudo está se afastando de tudo mais.
Não é preciso ser muito criativo para imaginar que, se hoje o Universo comprovadamente está em expansão, no passado ele deve ter sido mais compacto. Levando isso às últimas consequências, chegamos à conclusão de que ele já foi radicalmente compactado no passado. Na verdade, essa já era uma implicação natural da teoria da relatividade geral, que foi primeiro notada por Georges Lemaître, um padre e físico belga, em 1927. Quando Hubble apresentou sua descoberta, dois anos depois, ela foi tratada como evidência de que de fato o Universo observável começou num ponto muito quente e denso que se expandiu.
2. O eco de radiação do Big Bang
Polarização da radiação cósmica de fundo, medida pelo satélite Planck (Crédito: ESA)
Polarização da radiação cósmica de fundo, medida pelo satélite Planck (Crédito: ESA)
A partir da descoberta da expansão cósmica, não tardou para que os cientistas começassem a modelar o que aconteceria num Universo muito quente e denso que gradualmente se resfria. Uma das previsões mais arrepiantes é a de que ainda hoje ele não teria se resfriado completamente. Conforme ele foi se expandindo e se diluindo, as partículas de luz pararam de trombar e puderam transitar pelo Universo. Essa radiação suave deve ter começado com altíssima energia, perdida gradualmente pelo próprio processo de expansão cósmica. Como ela reflete algo que aconteceu na época em que o Universo ainda era bastante compacto, seus resquícios devem hoje parecer vir de todas as direções — um fundo de radiação. A primeira sugestão de que o Big Bang teria deixado algo assim foi feita pelo físico russo-americano George Gamow, em 1946, e depois acabou modelada com mais detalhes por Ralph Alpher e Robert Herman, em 1948. Caso a radiação pudesse ser detectada, teríamos aí um eco deixado pelo Big Bang na época em que o Universo tal qual o conhecemos tinha apenas cerca de 400 mil anos!
Legal. Saltamos para 1964. Arno Penzias e Robert Wilson trabalhavam nos Bell Labs, nos Estados Unidos, e estavam com um problema. Uma antena que eles pretendiam usar para radioastronomia e experimentos de telecomunicações parecia detectar um ruído constante. De início acharam que era cocô de pombos. Mas, depois de tanto limpar a antena, notaram que o zumbido ainda estava lá. E era detectado não importava para que direção eles apontassem a antena. Por acidente, eles encontraram a radiação cósmica de fundo prevista pela teoria do Big Bang.
A análise da radiação derrubou a única alternativa ao Big Bang, a chamada teoria do estado estacionário, desenvolvida principalmente pelo físico britânico Fred Hoyle. Em vez de presumir que o Universo teria tido um começo quente e denso, Hoyle preferiu postular que a expansão era um estado perpétuo e que matéria é constantemente criada nos vazios gerados pela expansão, mantendo o Universo eternamente com o mesmo jeitão. Jocoso, Hoyle desdenhou da teoria rival, cunhando a expressão “Big Bang”. Só que o padrão detectado da radiação cósmica de fundo não era compatível com a ideia do estado estacionário. Só mesmo o Big Bang para explicá-la. Mas calma, tem mais.
3. A fantástica fábrica de elementos
Supernovas produzem os elementos pesados, mas de onde vieram o hidrogênio e o hélio que a formaram? (Crédito: Nasa)
Supernovas produzem os elementos pesados, mas de onde vieram o hidrogênio e o hélio que a formaram? (Crédito: Nasa)
Outro efeito de ter um início quente e denso é que aquela fornalha primordial teria sido capaz de produzir elementos químicos. Do mesmo modo que o interior de alta pressão das estrelas induz um processo de fusão nuclear, colando núcleos de hidrogênio (os mais simples que existem, com um próton) e formando assim hélio (o segundo mais simples, com dois prótons), o Universo primordial ultradenso também teria esse poder — pelo menos até resfriar.
Mais uma vez, George Gamow foi o “pai” da matéria aqui. Em 1948, ele escreveu com Ralph Alpher um trabalho histórico, modelando o efeito do esfriamento pós-Big Bang na capacidade de produzir elementos químicos. É basicamente o que explica por que o átomo mais comum é o hidrogênio, respondendo por cerca de 75% de toda a matéria bariônica do cosmos, e em seguida temos o hélio, respondendo por cerca de 25%, e por fim uma pitadinha de lítio, o terceiro elemento mais pesado. Todos os demais elementos conhecidos não podem ter sido fabricados pelo Big Bang e acabaram surgindo mais tarde, cozidos na fornalha das estrelas e nas explosões conhecidas como supernovas.
O fato de a teoria ser capaz de explicar as proporções dos elementos primordiais é considerado uma das evidências mais conclusivas em favor de um Universo que começa compacto, quente e denso, como sugere a teoria. Não há outro caminho conhecido capaz de explicar a atual composição observada no Universo. O Big Bang reina sozinho.
4. O gás primordial
Nuvens de gás primordial feito de hidrogênio e hélio dominaram o Universo bebê (Crédito: UCSC)
Nuvens de gás primordial feitas de hidrogênio e hélio dominaram o Universo bebê (Crédito: UCSC)
Hoje, as nuvens de gás interestelar já estão altamente enriquecidas com elementos pesados, como carbono, oxigênio, ferro, enxofre, flúor etc. Ainda bem, aliás, porque sem esses elementos nada mais interessante que estrelas poderia se formar. Para a vida, dependemos do hidrogênio primordial, mas também precisamos da rica diversidade da tabela periódica, fabricada mais tarde no Universo pelas estrelas.
Contudo, se a teoria do Big Bang está certa, ao olharmos para as profundezas do cosmos com nossos melhores telescópios — e assim enxergarmos condições tais quais elas se apresentavam poucos bilhões de anos após o início do cosmos como o conhecemos –, encontraremos nuvens de gás cuja composição lembra a da nucleossíntese original.
Pois bem. Em 2011, um grupo de astrônomos encontrou nuvens de gás cuja luz observada partiu delas 12 bilhões de anos atrás. E a composição delas era praticamente livre de elementos pesados — só hidrogênio e hélio. Isso mostra conclusivamente que o Universo foi gradualmente enriquecido por elementos pesados, como sugere a teoria do Big Bang. Mesmo que cientistas rebeldes encontrassem alguma outra formulação teórica que explicasse a atual distribuição dos elementos, eles teriam dificuldade em explicar o fato de que há nuvens sem elementos pesados sem evocar um começo quente e denso para o Universo.
5. Reprodução em laboratório
Imagem do projeto Illustris compara Universo real fotografado pelo Hubble (à esquerda) com o simulado (à direita)
Imagem do projeto Illustris compara Universo real fotografado pelo Hubble (à esquerda) com o simulado (à direita)
Por fim, o poder de uma teoria só pode ser devidamente apreciado quando se pode replicar o fenômeno que ela descreve de forma controlada e confirmar sua veracidade. Claro, ninguém criou um novo Universo em laboratório (ainda bem, aliás, porque, caso seja possível, duvido que fosse seguro). Mas já criamos algumas simulações incríveis da evolução do Universo em laboratório, do Big Bang aos dias atuais.
E é impressionante como essas simulações, munidas apenas da teoria, seis parâmetros pré-definidos e o poder computacional dos supercomputadores, conseguem reproduzir com exatidão a evolução do Universo. O projeto Illustris, concluído no fim de 2013, chegou ao cúmulo de produzir imagens “simuladas” do Telescópio Espacial Hubble que são praticamente indistinguíveis das reais produzidas pelo satélite.
Elas mostram que entendemos com razoável sofisticação e precisão a evolução do Universo desde seu início quente e denso, 13,8 bilhões de anos atrás, até seu presente estado. É verdade que os modelos fazem uso de coisas como matéria escura e energia escura — que ainda não compreendemos exatamente o que são, apesar de conhecermos seus efeitos –, mas o fato de que tudo funciona não deixa de impressionar. Um sinal de que realmente conseguimos reconstruir a história pregressa do Universo de forma consistente e compatível com as observações.
Importante ressaltar que não há incompatibilidade entre o Big Bang e concepções metafísicas da origem do Universo. Com nossas teorias atuais, só conseguimos ir até um determinado ponto — uma fração de segundo após o surgimento da instância do espaço-tempo que hoje ocupamos. No intante t=0, em que tudo começou, nossas teorias se quebram. Podemos especular sobre singularidades, um passado anterior ao Big Bang, uma pré-existência eterna ou mesmo a existência de outros universos, desconectados ou não do nosso próprio espaço-tempo. Mas não temos (pelo menos hoje e possivelmente nunca) instrumentos para verificar essas ideias mais arrojadas e transuniversais, por assim dizer. Um mistério, talvez indecifrável, ainda paira sobre nossa existência. Apesar disso, não há motivo para não nos admirarmos com nossa capacidade de recontar a história do cosmos até onde a ciência nos permite chegar.
Pesquisa surpreende ao revelar a graduação que mais forma bilionários – Veja

Pesquisa surpreende ao revelar a graduação que mais forma bilionários – Veja

  Você já se perguntou a respeito de qual seria a graduação que mais formabilionários no mundo? Pois bem, uma plataforma online britânica chamada Approved Index, responsável por assessorar empresas em operações B2B, divulgou no dia 25 de março um relatório que responde essa pergunta.

  A instituição fez a pesquisa sobre os bilionários do mundo levando em consideração alguns dados como quais países que mais geram super-ricos, quais os setores da economia e quais os cursos universitários responsáveis pela formação do maior número de afortunados. E foi esse último aspecto o que mais chamou a atenção no levantamento, surpreendendo muita gente.

PESQUISA SURPREENDE AO REVELAR A GRADUAÇÃO QUE MAIS FORMA BILIONÁRIOS – VEJA

graduacaoes-bilionarios
Segundo a pesquisa, diferente do que muitos imaginavam, é a classe dos não graduados que aparece no topo do ranking de categorias que mais fazem bilionários.
Os dados apontaram que 32% dos afortunados do mundo não possuem escolaridade de nível superior, enquanto os graduados em engenharia surgem na segunda posição, respondendo por 22% do total de bilionários.
O fechamento do pódio ficou a cargo dos cursos da área de negócios, que inclui os cursos como o de administração, por exemplo. Ao todo 12% dos bilionários são formados nessa vertente.
Apesar de o grupo dos não graduados possuir uma quantidade bem maior de bilionários, porém, os que mais faturam são aqueles formados em engenharia, a média é de US$ 25,77 bilhões por bilionário, contra US$ 24,03 bilhões por bilionário não graduado. E, nesse caso os ricaços formados em negócios novamente surgem na terceira posição com US$ 22,5 bilhões por bilionário.
A seguir você confere a lista que mostra as graduações que mais formam bilionários e quanto, em média, esses afortunados ganham em cada uma delas. Veja!

Graduações que mais formam bilionários no mundo

  1. Nenhuma (32%)
  2. Engenharia (22%)
  3. Negócios (12%)
  4. Artes (9%)
  5. Economia (8%)
  6. Finanças (3%)
  7. Ciências (2%)
  8. Matemática (2%)
  9. Direito (2%)
  10. O somatório de outras graduações corresponde a 8% do total.

Graduações que rendem mais dinheiro entre os bilionários

  1. Engenharia (US$ 25,77 bilhões/bilionário)
  2. Nenhuma (US$ 24,03 bilhões/bilionário)
  3. Negócios (US$ 22,5 bilhões/bilionário)
  4. Economia (US$ 22,1 bilhões/bilionário)
  5. Artes (US$ 20,51 bilhões/bilionário)
  6. Matemática (US$ 17,75 bilhões/bilionário)
  7. Finanças (US$ 15,83 bilhões/bilionário)
  8. Direito (US$ 13,2 bilhões/bilionário)
  9. Ciências (US$ 12,05 bilhões/bilionário)
  10. Entre outras graduações, a média é de US$ 19,66 bi por bilionário
Após polêmica, ingressos para ‘A Entrevista’ se esgotam em cinemas dos EUA

Após polêmica, ingressos para ‘A Entrevista’ se esgotam em cinemas dos EUA


LOS ANGELES (Reuters) - "A Entrevista”, o filme da Sony sobre uma conspiração ficcional para assassinar o líder da Coreia do Norte, Kim Jong Un, estreou em sessões da meia-noite num pequeno número de cinemas norte-americanos neste dia de Natal, atraindo pessoas que disseram apoiar a decisão do estúdio de resistir aos esforços para censurar a comédia de baixo orçamento.
Seth Rogen, que estrela o filme junto com James Franco, e o co-diretor Evan Goldberg surpreenderam o público ao comparecerem à sessão lotada de 0h30 de um cinema de Los Angeles, onde eles de forma breve agradeceram os fãs pelo apoio.
Do lado de fora do cinema, as pessoas, que bebiam cidra quente enquanto esperavam o início do filme, disseram ter ido à sessão para apoiar a liberdade de expressão e escolha.
Os planos para lançar o filme de 44 milhões de dólares geraram uma reação em cadeia na semana passada. Inicialmente, a Sony cancelou o lançamento depois que a empresa se tornou alvo no mês passado do mais destrutivo ciberataque já feito contra uma empresa nos Estados Unidos.
Os EUA acusaram a Coreia do Norte pelo ataque.
O filme, que está passando em cinemas de grandes áreas metropolitanas e também em cidades menores, traz Rogen e Franco como jornalistas que são recrutados pela CIA para matar o líder norte-coreano.
Importantes redes de cinemas haviam se recusado a lançar o filme depois da ameaça de ataques feitas por hackers. As sessões marcadas para os cinemas norte-americanos não incluem as grandes redes.
A gigante do entretenimento recuou depois que o presidente dos EUA, Barack Obama, políticos democratas e republicanos e figuras de Hollywood, como o ator George Clooney, se mostraram preocupados de que Hollywood estava abrindo um precedente para a autocensura.
O filme estava previsto para estrear em cerca de 320 cinemas pequenos e independentes ao redor dos Estados Unidos nesta quinta-feira. Os ingressos para muitas das sessões se esgotaram um dia antes, uma vez que a polêmica sobre a produção ganhou as primeiras páginas dos jornais.
(Reportagem de Alicia Avila)
Belas Artes reabre hoje e resgata memória de cinéfilos

Belas Artes reabre hoje e resgata memória de cinéfilos

Cinema na rua da Consolação exibirá clássicos e novidades por R$ 5 neste fim de semana
Pressão popular contribuiu para reabertura do cinema após 3 anosFábio Ornelas/Movimento Belas Artes
Neste sábado (19), o cruzamento da avenida Paulista com a rua da Consolação, na região central, estará declaradamente repaginado. As portas fechadas e as paredes grafitadas no fundo vermelho do Cine Belas Artes terão dado lugar a uma pintura azul e a um escancarado “bem-vindo” àqueles que lamentaram, três anos atrás, o fechamento de um dos mais emblemáticos espaços dedicados à sétima arte em São Paulo.

Célia Marcondes, integrante da Sammorc (Sociedade Amigos, Moradores e Empreendedores do Bairro Cerqueira César), participou da pressão popular que realizou passeatas e abaixo-assinados pelo retorno do cinema. Para ela, a reabertura é motivo de orgulho.

— Esse patrimônio histórico e cultural, que havíamos perdido, referência para cidade de São Paulo, nos dá de volta o direito à arte e cultura, em especial com caráter sociocultural, de inclusão, para todos.

O cineasta Luan Cardoso é mais novo que o septuagenário Belas Artes, e fala do cinema, que foi fruto de um documentário realizado por ele, com reverência.

— Sou jovem — tenho 19 anos —, mas mesmo assim, a magia do Belas Artes conseguiu incidir grande influência sobre mim. Parte dos filmes que lá vi me deslumbraram e me fizeram sonhar, coisa que foi fundamental para a atividade na qual luto hoje, o cinema. Temos o cinema de volta e ele poderá colocar um pouco mais de sua magia sobre outras pessoas, como foi comigo.

A reabertura do Cine Belas Artes, agora rebatizado de Caixa Belas Artes, é fruto da pressão dos frequentadores, que conseguiram uma parceria com a Prefeitura de São Paulo e com a Caixa Econômica Federal. Esse engajamento, que envolveu cerca de 120 mil manifestações de apoio, entre assinaturas e passeatas, deu origem ao Movimento Belas Artes, representado por Antônio Moura.

— Frequentador do Belas Artes desde a semana de abertura — vi lá "Os Russos Estão Chegando", em  1967 —, até a triste noite do fechamento em 2011, festejo a reabertura como uma  vitória  da persistência cidadã do nosso  Movimento Belas Artes.

O Belas Artes foi fechado em janeiro de 2011, e o prédio ficou sujeito a se tornar uma loja de departamentos ou um shopping center. A esperança veio no ano seguinte, quando o cinema foi tombado pelo Condephaat. A batalha para devolver o local aos frequentadores não foi fácil, lembra o ativista Afonso Lima.

— Em 2011, fomos surpreendidos pela incapacidade do mercado de manter um lugar como o Cine Belas Artes, com 70 anos de história. Mais de 20 empresas foram procuradas em vão.

Para Thiago Stivaletti, da equipe da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, o cinema tem uma grande ligação com a mudança dele para São Paulo, em 1997. Dentre as lembranças de que mais gosta, estão o filme Trainspotting e uma cópia de Além da Imaginação adquirida pelo dono do Belas Artes, André Sturm.

— A localização do cinema é muito importante, bem na Paulista com a Consolação. Era horrível passar por ali e ver aquele pedaço desativado.

O cinéfilo Fabio Massari comemora a oportunidade ter frequentado cinemas de rua como o Cine Comodoro, o Esmeralda e o Gemini.

— O Belas Artes sempre fez parte desse cardápio legal que a cidade oferecia nos tempos pré-megasalas. Vi muita coisa ali, sempre considerando o prazer de andar por aquela regiao da cidade — as salas tinham essa identificacao com o pedaço — a passagem subterranea, os bares e botecos e pizzarias clássicas.

O Cine Caixa Belas Artes reabre neste sábado, às 16h, com a exibição de filmes clássicos e de pré-estreias. Excepcionalmente neste fim de semana, os ingressos terão o preço único de R$ 5.
 
Cafeína em pó promete dar energia em apenas 5 minutos, afirma criador

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Três pitadas do produto são equivalentes a uma xícara de café forte


 
 
Três pitadas do produto são equivalentes a uma xícara de café forte, ou 100 mg de cafeína e fazem efeito em apenas cinco minutos Reprodução/ DailyMail
Um novo produto promete ajudar quem precisa de café e energético para ter mais energia durante o dia. O caffeinAll é um composto de cafeína em pó que pode ser colocado em qualquer bebida ou comida. Segundo a empresa Caffex, três pitadas do produto são equivalentes a uma xícara de café forte ou 100 mg de cafeína e fazem efeito em apenas cinco minutos.
De acordo com informações do site Daily Mail, o inventor da substância, Seteve Kingsley, de 66 anos, alerta que os usuários não devem ultrapassar nove pitadas de pó por dia.
― Se usado de forma correta, o produto não apresenta risco à saúde, mas quando usado em excesso pode provocar problemas cardíacos, diarreia e aumentar a ansiedade.

Cafeína em spray pode substituir xícaras da bebida
De acordo com Kingsley, o caffeinll começa seu processamento na boca e termina no estômago, tornando sua absorção pelo organismo muito mais rápida, entrando na corrente sanguínea em poucos minutos.
― Quando adicionado a uma refeição, ele começa a agir em cinco minutos e alcança o efeito completo em meia hora. O produto é um pouco amargo, porém, ao ser misturado aos alimentos o sabor some. O produto é indicado para adultos com a saúde em dia e não deve ser consumido por gestantes
Consumir café em excesso reduz chance de gravidez assistida

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