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Caixa-preta indica que copiloto mudou configurações para derrubar avião da Germanwings

Caixa-preta indica que copiloto mudou configurações para derrubar avião da Germanwings

Andreas Lubitz se trancou na cabine do avião e direcionou a trajetória da aeronave

Copiloto do voo, Andreas Lubitz, tinha 27 anosReprodução/Facebook
Investigadores franceses afirmaram nesta sexta-feira (3) que uma segunda caixa-preta recuperada no local da queda do avião da Germanwings indica que o copiloto da aeronave a derrubou deliberadamente.
Os dados de voo registrados no equipamento encontrado na quinta-feira parecem corroborar evidências da gravação na cabine da aeronave recuperada da primeira caixa-preta, horas após o acidente em 24 de março.
"Uma primeira leitura mostra que o piloto na cabine usou o piloto automático para colocar a aeronave em uma descida em direção a uma altitude de 100 pés", disse o Escritório de Investigação e Análise para a Segurança da Aviação Civil da França (BEA, na sigla em francês), em comunicado.
— Depois, o piloto modificou diversas vezes as configurações do piloto automático para aumentar a velocidade da avião, enquanto o mesmo descia.
Procuradores têm afirmado que as gravações registradas na primeira caixa-preta sugerem que o copiloto Andreas Lubitz, de 27 anos, se trancou na cabine do avião e direcionou a trajetória da aeronave em direção à queda nos Alpes franceses.
O gravador de dados do voo possuiu uma leitura detalhada de centenas de parâmetros, incluíndo comandos feitos a partir do assento do copiloto do voo. O BEA afirmou que ainda está trabalhando para esclarecer os fatos envolvendo o voo que antecederam o acidente, que matou 150 pessoas.
Procuradores alemães disseram na quinta-feira que Lubitz fez buscas na Internet sobre formas de cometer suicídio dias antes do acidente, assim como pesquisas sobre portas de cabine e precauções de segurança.
'Se houver um acordo final com o Irã, o mundo será mais seguro', diz Obama

'Se houver um acordo final com o Irã, o mundo será mais seguro', diz Obama

Presidente norte-americano falou nesta quinta-feira (2) sobre pacto com o País
Presidente dos EUA discursou na Casa Branca nesta quinta (2)Reprodução/Facebook
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, se mostrou convencido nesta quinta-feira (2) de que, se o acordo de princípios fechado entre as potências do G5+1 e o Irã levar a um pacto final em junho, seu país, seus aliados e o mundo ficarão "mais seguros".
Obama considerou que o pacto nuclear é "um bom acordo" que "cumpre com os objetivos fundamentais" para impedir que Teerã desenvolva uma bomba atômica.
Programa atômico iraniano será limitado e supervisionado durante 25 anos

O presidente americano lembrou o ex-presidente John F. Kennedy ao afirmar que não se deve ter "medo" de negociar, durante pronunciamento na Casa Branca para avaliar o pacto que está sendo fechado com o Irã.
Além disso, Obama afirmou que vai telefonar para o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, para informar-lhe sobre os últimos eventos.
Número de mortos em ataque contra Universidade no Quênia sobe para 147

Número de mortos em ataque contra Universidade no Quênia sobe para 147

Exército encerrou a operação no local onde milicianos da Al Shabab estavam escondidos
Militares do Quênia a caminho da Universidade que sofreu atentadoReuters
O governo do Quênia informou que pelo menos 147 pessoas morreram nesta quinta-feira (2) durante um ataque terrorista do grupo jihadista Al Shabab na Universidade de Garissa, no leste do país.
O Centro Nacional de Operações e Desastres do Quênia (NDOC, em inglês) afirmou, que após 16 horas de combate, o Exército encerrou a operação contra o ataque à Universidade, onde milicianos da Al Shabab estavam escondidos.
Outras 79 pessoas ficaram feridas, disse o ministro do Interior, Joseph Nkaissery. Ele afirmou ainda a repórteres em Garissa que cerca de 500 dos 815 estudantes da universidade foram localizados, enquanto quatro combatentes do grupo Al Shabaab foram mortos e 90% da ameaça estava eliminada.
Na mesma entrevista coletiva em Garissa, o chefe de polícia do Quênia, Joseph Boinet, disse que o país africano havia declarado toque de recolher de 18h30 às 6h30 para quatro regiões perto da Somália como medida de precaução.
Onde o terror acontece: cinco países são responsáveis pela maioria dos mortos pelo terrorismo. Conheça

Onde o terror acontece: cinco países são responsáveis pela maioria dos mortos pelo terrorismo. Conheça

80% de todas as mortes relacionadas ao terrorismo aconteceram em cinco países


O terrorismo é uma ameaça histórica e mundial. Entretanto, nos últimos anos, os ataques terroristas vêm ganhando forças e preocupando líderes de muitos países. Um novo relatório do IEP (Instituto de Economia e Paz) constatou que houve um aumento de 61% no número de mortos pelo terrorismo, quando comparados a 2013

O terrorismo é uma ameaça histórica e mundial. Entretanto, nos últimos anos, os ataques terroristas vêm ganhando forças e preocupando líderes de muitos países. 

Um novo relatório do IEP (Instituto de Economia e Paz) constatou que houve um aumento de 61% no número de mortos pelo terrorismo, quando comparados a 2013.


No último ano, o Índice Global de Terrorismo concluiu que 17.958 pessoas morreram por causa do terrorismo em 60 países diferentes. Os números atuais apontam que 80% dessas mortes ocorreram exclusivamente em cinco países, que continuam aumentando os dados globais

No último ano, o Índice Global de Terrorismo concluiu que 17.958 pessoas morreram por causa do terrorismo em 60 países diferentes. 

Os números atuais apontam que 80% dessas mortes ocorreram exclusivamente em cinco países, que continuam aumentando os dados globais.


5- SíriaA guerra civil da Síria, que está prestes a completar quatro anos, resultou em um aumento drástico no terrorismo. Estima-se que o número de mortos está entre 180 e 260 mil, além de mais de 35% da população ter se deslocado para evitar bombardeios e ataques. Apesar da maioria das mortes ser contabilizada como resultado da guerra convencional, o terrorismo foi implantado como tática pelos grupos envolvidos 

4- NigériaO aumento nos dados da Nigéria pode ser atribuído ao aumento do domínio do Boko Haram. Só em 2013, o grupo radical matou pelo menos 1.587 pessoas e reivindicou a responsabilidade por 90% de todos os ataques terroristas no país. Dentro deste número, 12% diz respeito a raptos ou sequestros.Em abril deste ano, o Boko Haram sequestrou mais de 200 jovens adolescentes estudantes. Em vídeo, o grupo afirmou que as meninas foram obrigadas a se converterem ao islã e que muitas já foram vendidas por5- Síria

A guerra civil da Síria, que está prestes a completar quatro anos, resultou em um aumento drástico no terrorismo. Estima-se que o número de mortos está entre 180 e 260 mil, além de mais de 35% da população ter se deslocado para evitar bombardeios e ataques. 

Apesar da maioria das mortes ser contabilizada como resultado da guerra convencional, o terrorismo foi implantado como tática pelos grupos envolvidos .


4- Nigéria

O aumento nos dados da Nigéria pode ser atribuído ao aumento do domínio do Boko Haram. Só em 2013, o grupo radical matou pelo menos 1.587 pessoas e reivindicou a responsabilidade por 90% de todos os ataques terroristas no país. Dentro deste número, 12% diz respeito a raptos ou sequestros.

Em abril deste ano, o Boko Haram sequestrou mais de 200 jovens adolescentes estudantes. Em vídeo, o grupo afirmou que as meninas foram obrigadas a se converterem ao islã e que muitas já foram vendidas por.

3- Paquistão O Paquistão tem cerca de 23 diferentes grupos de terrorismo, de acordo com o IEP. Entretanto, os ataques são, em sua maioria, feitos por 11 grupos. Em 2013, houve 1.933 ataques terroristas que mataram 2.345 pessoas. Mais de 60% das mortes decorreram de explosões e atentados.A jovem ativista dos direitos humanos para meninas estudantes no Paquistão, Malala Yousfazai, foi atacada por insurgentes talebans do Paquistão  


3- Paquistão 

O Paquistão tem cerca de 23 diferentes grupos de terrorismo, de acordo com o IEP. Entretanto, os ataques são, em sua maioria, feitos por 11 grupos. Em 2013, houve 1.933 ataques terroristas que mataram 2.345 pessoas. Mais de 60% das mortes decorreram de explosões e atentados.

A jovem ativista dos direitos humanos para meninas estudantes no Paquistão, Malala Yousfazai, foi atacada por insurgentes talebans do Paquistão.

2- AfeganistãoO segundo país que mais sofre com o terrorismo é o Afeganistão. Houve um aumento de 10% no número total de mortos no país. Atualmente, existem sete diferentes organizações que agem diretamente no país, das quais o Taleban é o mais mortal. O grupo é responsável por cerca de 75% de todas as mortes do Afeganistão em 2013

2- Afeganistão

O segundo país que mais sofre com o terrorismo é o Afeganistão. Houve um aumento de 10% no número total de mortos no país. Atualmente, existem sete diferentes organizações que agem diretamente no país, das quais o Taleban é o mais mortal. 

O grupo é responsável por cerca de 75% de todas as mortes do Afeganistão em 2013.

1- IraqueA grande maioria de pessoas mortas pelo terrorismo está no Iraque. Ao longo dos últimos dez anos, o país manteve os maiores índices. Só em 2013, houve 2.492 ataques terroristas que mataram 6.362 pessoas. A maioria dos ataques não foi reivindicada por nenhum grupo, entretanto, o crescimento do poder do EI (Estado Islâmico) colaborou para o aumento nos números. O IEP acredita que o EI seja responsável por 77% dos ataques no Iraque

1- Iraque

A grande maioria de pessoas mortas pelo terrorismo está no Iraque. Ao longo dos últimos dez anos, o país manteve os maiores índices. Só em 2013, houve 2.492 ataques terroristas que mataram 6.362 pessoas. A maioria dos ataques não foi reivindicada por nenhum grupo, entretanto, o crescimento do poder do EI (Estado Islâmico) colaborou para o aumento nos números. O IEP acredita que o EI seja responsável por 77% dos ataques no Iraque.








                                                                                                                                                                                         Conteúdo r7






Programa atômico iraniano será limitado e supervisionado durante 25 anos

Programa atômico iraniano será limitado e supervisionado durante 25 anos

Acordo prevê que todas as sanções impostas a este país sejam retiradas 

O vice-presidente dos EUA participa das negociações sobre o programa nuclear do IrãREUTERS/Leonhard Foeger
O acordo nuclear estipulado nesta quinta-feira em Lausanne (Suíça) prevê que o programa de enriquecimento de urânio do Irã seja limitado e supervisado por um período de até 25 anos, enquanto 95% de urânio já produzido pelo país deverá ser diluído ou enviado ao exterior. Além disso, o tratado pactuado fala de "controles rígidos" de até 25 anos de todas as atividades nucleares iranianas por parte da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), segundo uma minuta do acordo ao qual a Agência Efe teve acesso. 
Em contrapartida, serão levantadas todas as sanções impostas ao Irã devido a seu programa nuclear, tanto econômicas como diplomáticas. Este acordo deve ser desenvolvido até 30 de junho, data limite para conseguir um pacto definitivo que encerrará 12 anos de disputas.
Além disso, dois terço da capacidade de enriquecimento de urânio devem estar sob permanente supervisão durante os primeiros dez anos do acordo.
O enriquecimento de urânio é uma das partes mais sensíveis das ambições nucleares iranianas devido a seu duplo uso, tanto civil como militar. Nesse tempo, o enriquecimento de urânio para fins de pesquisa e desenvolvimento poderá ser realizado de forma limitada e sob estritos controles.
A chefe da diplomacia europeia, Federica Mogherini, assegurou em uma declaração perante os jornalistas que este acordo é um "passo decisivo" para solucionar o litígio nuclear. Por sua vez, o ministro das Relações Exteriores do Irã, Mohammed Javad Zarif, destacou que seu país poderá continuar enriquecendo urânio e seguir desenvolvendo a tecnologia nuclear.
Rússia diz que crise cambial terminou, mas que inflação deve subir

Rússia diz que crise cambial terminou, mas que inflação deve subir


MOSCOU (Reuters) - O governo da Rússia disse nesta quinta-feira que a sua crise cambial estava terminada, mas alertou que a inflação deve subir para acima dos dez por cento, o que é mais um problema para o governo do presidente Vladimir Putin, que enfrenta a pior turbulência econômica desde 1998 no país.
O rublo caiu para os seus menores níveis históricos na semana passada com a queda drástica do preço do petróleo, espinha dorsal da economia russa, e com as sanções ocidentais por causa da crise ucraniana, que tornaram praticamente impossível para as empresas russas buscarem empréstimos nos mercados do Ocidente.
No entanto, a moeda desde então reagiu, depois que as autoridades tomaram medidas para interromper a desvalorização e reduzir a inflação, que, depois de anos de estabilidade, ameaça a reputação de Putin de garantir a prosperidade do país.
As medidas incluíram um aumento na taxa de juros de 10,5 por cento para 17 por cento, cortes nas exportações de grãos e controle informal de capitais.
"A taxa chave foi elevada para estabilizar a situação no mercado cambial. Esse período, na nossa opinião, já passou. O rublo agora está se fortalecendo”, afirmou o ministro das Finanças, Anton Siluanov, ao Parlamento na quinta-feira.
Segundo ele, a taxa de juros será reduzida se a situação permanecer estável. A agência de risco Standard & Poor's afirmou nesta semana que poderia rebaixar a qualificação da Rússia já em janeiro devido à rápida deterioração da sua “flexibilidade monetária”.

(Tradução Redação Brasília)
Míssil que derrubou avião foi lançado de região controlada por separatistas pró-Rússia, diz Obama

Míssil que derrubou avião foi lançado de região controlada por separatistas pró-Rússia, diz Obama

Presidente também afirmou que a Rússia deu apoio aos militantes, incluindo armas antiaéreas
Obama disse que Putin era a pessoa com maior poder de reduzir a violência na Ucrânia e optou por não fazê-loREUTERS/Larry Downing
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, afirmou nesta sexta-feira (18) que um míssil terra-ar lançado do território controlado por separatistas ucranianos foi o responsável pelo abate do avião de passageiros da Malásia na véspera.
De acordo com a agência de notícias Reuters, Obama disse que o presidente russo, Vladimir Putin, era a pessoa com maior poder de reduzir a violência na Ucrânia e optou por não fazê-lo.
Ele também disse que os separatistas ucranianos receberam contínuo apoio da Rússia, incluindo armas antiaéreas.
A agência de notícias russa RT divulgou hoje a informação de que o sistema de defesa antiaéreo ucraniano estava em operação na região da queda no momento em que o avião foi abatido.
“Um equipamento russo detectou ao longo do dia 17 a atividade do radar Kupol”, disse o Ministério da Defesa da Rússia em comunicado.
A aparelhagem poderia ter sido usada para disparar um míssil contra o avião, afirmou o Ministério, ajudando, por exemplo, no rastreamento da aeronave.
A Ucrânia, por sua vez, declarou que não poderia ter atingido o avião porque não possuía lançadores de mísseis na região da queda.
Pesquisa revela que saúde é a principal preocupação  mundial

Pesquisa revela que saúde é a principal preocupação mundial

Desemprego, corrupção, pobreza e o violência também foram temas levantados no estudo

Brasil aparece na frente, com 64%, quando o assunto é preocupação com a saúdeDivulgação
O instituto de pesquisa Ipsos apresentou o resultado de um estudo realizado em 24 países que aponta que a saúde é a principal preocupação global. Os dados levantados apontam que cerca de um em cada quatro entrevistados (23%) identificou a saúde como um dos pontos mais preocupantes em seu país.
Outro fator de destaque desse levantamento, é que o Brasil aparece na frente, com 64%, quando o assunto é preocupação com a saúde, logo atrás vem a Polônia (58%), Canadá (40%), Estados Unidos (37%), Austrália (35%), Hungria (30%), Rússia (27%), Arábia Saudita (27%) e Grã Bretanha (27%).
Os mais propensos a classificar a saúde como uma das questões mais preocupantes do seu país, possuem nível médio de escolaridade (26%), têm entre 50-64 anos (25%), mulheres (24%) e aqueles com nível médio de renda familiar (23%).
Já aqueles com alto nível de educação (17%), renda familiar alta (18%), homens (19%), menores de 35 anos (20%), baixa escolaridade (21%), aqueles com idade entre 35 e 49 anos (22%) e aqueles com renda familiar baixa (22%) são os menos propensos a se preocuparem com a saúde.
Logo atrás da saúde, os entrevistados apontaram o desemprego (45%), a corrupção (35%), a pobreza (34%) e a violência (31%) como outras grandes preocupações.
No Brasil os problemas que mais se destacam são: saúde (64%), violência (55%), educação (42%), corrupção (36%), pobreza (24%), desemprego (12%) e a inflação (12%).
Esse estudo vem acompanhando desde 2010 as principais preocupações da população em 24 países. O levantamento foi feito em abril de 2014 e contou com a participação de mais de 19 mil pessoas entre 18 e 64 anos de 24 países.
"A cura da Aids poderia estar naquele avião", diz autoridade mundial de combate à doença

"A cura da Aids poderia estar naquele avião", diz autoridade mundial de combate à doença

Especialista renomado na pesquisa do HIV está entre as vítimas do voo da Malaysia Airlines
Cientista dedicou mais de 30 anos a pesquisas sobre AidsAP
A tragédia do voo MH17 da Malaysia Airlines, atingido por um míssil enquanto sobrevoava o espaço aéreo ucraniano, foi especialmente chocante para a comunidade que luta contra a Aids. Entre os 298 mortos no acidente, está o ex-presidente da SAI (Sociedade Internacional da Aids) Joep Lange, 60 anos, e sua esposa, juntamente com o inglês Briton Glenn Thomas, funcionário da OMS (Organização Mundial de Saúde), um dos braços da ONU.

Além dos dois, outras 106 pessoas ligadas ao combate ao HIV - entre cientistas e ativistas - estão listadas como possíveis vítimas, segundo o jornal britânico Telegraph. O grupo iria participar de uma conferência internacional sobre Aids na Austrália, que será iniciada domingo (20), em Melbourne.
Joep Lange era um dos maiores especialistas mundiais na pesquisa da Aids, com mais de 30 anos dedicados à pesquisa da cura da doença. O cientista trabalhava como professor de medicina na Universidade de Amsterdã, era diretor do Instituto de Amsterdã para a Saúde Global e o Desenvolvimento, além de um dos maiores defensores internacionais do barateamento dos tratamentos contra o HIV em países pobres.
— Temos informação que muitos de nossos colegas e amigos estavam a bordo do avião —, disse Françoise Barre-Sinousi, Prêmio Nobel em 2008 por seu papel na descoberta do HIV e co-presidente da conferência.
Barre-Sinousi, a pesquisadora australiana Sharon Lewin e o ex-secretário de Saúde britânico Norman Fowler renderam tributo hoje a Lange, em Canberra. A Austrália declarou este sábado (19) como dia de luto nacional por esta tragédia, na qual morreram, pelo menos, 28 cidadãos do país.
— Ainda estamos comparando os passaportes com os registros. O número pode aumentar, mas neste momento podemos confirmar que são 28 —, disse a ministra das Relações Exteriores, Julie Bishop, depois de se reunir com o embaixador russo na Austrália, Vladimir Morozov.
Pesquisadores também muito lamentaram a morte de Lange e dos outros que participariam do evento.
— A cura da Aids poderia estar à bordo daquele avião, simplesmente não sabemos —, afirmou Trevor Stratton, um consultor sobre Aids que já se encontrava em Sydney para um pré-evento, à rede Australia Broadcasting Corp.
— Ele é um dos ícones de todo esse campo de pesquisa. Sua perda é imensa —, disse Richard Boyd, professor de imunologia na Universidade Monash, de Melbourne, à Reuters.
A SAI informou que, apesar da perda dos ativistas e pesquisadores, a conferência será realizada, "em reconhecimento à dedicação de nossos colegas na luta contra o HIV/Aids". Esse ano, o evento contará com a presença do ex-presidente americano Bill Clinton e são esperados cerca de 12 mil participantes.
Porto Rico declara epidemia de chikungunya

Porto Rico declara epidemia de chikungunya

Cerca de 206 pessoas já foram contaminadas pelo vírus
dengueDouglas Aby SABER/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO
Porto Rico declarou nesta quinta-feira (17) a existência de uma epidemia de chikungunya na ilha, devido à rápida propagação de um vírus que, por enquanto, foi confirmado em 206 pessoas, embora se suspeite que o número de infectados supere o dobro.
A secretária de Saúde de Porto Rico, Ana Ríus, anunciou em entrevista coletiva que apresentou uma ordem administrativa para ativar os mecanismos necessários para conter a propagação de uma doença com sintomas parecidos com os da dengue e que é transmitida através da picada de mosquitos.
Ríus insistiu quanto à importância de que os porto-riquenhos estejam cientes de como é propagado um vírus que há seis meses era desconhecido no continente americano e que atualmente se alastra também com grande rapidez pela América Latina e o Caribe.
Ela explicou que o mais importante é prevenir a picada de mosquitos, e recomendou o uso de roupas de manga longa e repelentes, e evitar a formação de focos tampando locais de acúmulo de água como vasos de flores. Até o momento foram confirmados 206 casos desde que foi detectada a presença deste vírus na ilha, há menos de dois meses, embora, faltando uma dupla comprovação de amostras, teme-se que esse número suba para mais de 500.
Preocupa particularmente que 90% dos casos confirmados tenham sido registrados na região metropolitana da capital, San Juan, e a maioria deles em uma área onde há lixões clandestinos ao longo de um canal, que além disso tende a transbordar, o que o transforma no habitat perfeito para os mosquitos que propagam o chicungunha e a dengue.
O chikungunya é um vírus para o qual não há vacina, nem tratamento, embora raramente seja mortal, e provoca uma febre com sintomas muito parecidos com os da dengue, assim como forte dor nas articulações. Esta febre, que costuma ser detectada entre três e sete dias depois da picada do mosquito e tende a se prolongar por cerca de dez dias, apareceu pela primeira vez no continente americano em dezembro do ano passado, e em 29 de maio foi registrado o primeiro caso em Porto Rico.
Segundo dados da Organização Pan-americana da Saúde (OPS) do dia 3 de julho, no continente foram registradas 21 mortes por este vírus, 4.756 casos confirmados e 302.081 casos suspeitos, 193.395 deles na República Dominicana. O vírus também chegou a países centro-americanos como El Salvador e à América do Sul, incluindo o Brasil. 
História da Malaysia Airlines é cheia de acidentes. Conheça os piores casos

História da Malaysia Airlines é cheia de acidentes. Conheça os piores casos

Voos da empresa já foram abatidos e sequestrados; e mais de 600 pessoas morreram

A Malaysia Airlines é a maior companhia aérea da Malásia e opera voos 
comerciais desde 1947. Apesar já ter recebido a classificação cinco 
estrelas da consultoria de avião Skytrax (juntamente com a Qatar 
Airways, Singapore Airlines e Cathay Pacific), que avalia as melhores empresas aéreas do mundo, a companhia tem um grande 
histórico recente de acidentes e problemas operacionais graves.Vários deles envolveram centenas de mortes. Conheça os casos mais graves
A Malaysia Airlines é a maior companhia aérea da Malásia e opera voos comerciais desde 1947. Apesar já ter recebido a classificação cinco estrelas da consultoria de avião Skytrax (juntamente com a Qatar Airways, Singapore Airlines e Cathay Pacific), que avalia as melhores empresas aéreas do mundo, a companhia tem um grande histórico recente de acidentes e problemas operacionais graves.

Vários deles envolveram centenas de mortes. Conheça os casos mais graves

Em 4 de dezembro de 1977, o voo MH653 caiu no estado de Johor, na 
Malásia, após ser sequestrado. Todas as 100 pessoas a bordo morreram. 
Conversas gravadas pela caixa preta registraram vários disparos dentro 
do avião antes da queda. Nenhum corpo, inclusive do sequestrador, foi identificado
Em 4 de dezembro de 1977, o voo MH653 caiu no estado de Johor, na Malásia, após ser sequestrado. Todas as 100 pessoas a bordo morreram. Conversas gravadas pela caixa preta registraram vários disparos dentro do avião antes da queda. Nenhum corpo, inclusive do sequestrador, foi identificado

Em 15 de setembro de 1995, outro acidente, dessa vez com o voo MH2133. Por uma 
falha do piloto durante a aterrissagem, o Fokker 50 operado pela empresa
 se chocou violentamente na pista e matou 32 dos 49 ocupantes da 
aeronave, inclusive dois dos tripulantes.Na imagem, um Fokker 50, similar ao envolvido no acidente
Em 15 de setembro de 1995, outro acidente, dessa vez com o voo MH2133. Por uma falha do piloto durante a aterrissagem, o Fokker 50 operado pela empresa se chocou violentamente na pista e matou 32 dos 49 ocupantes da aeronave, inclusive dois dos tripulantes.

Na imagem, um Fokker 50, similar ao envolvido no acidente

Em 15 de março de 2000, o voo MH85, saído de Pequim para Kuala 
Lumpur, capital da Malásia, foi danificado pelo vazamento de cloreto de 
oxalilo durante o descarregamento da aeronave. Cinco carregadores de 
bagagem foram intoxicados pelo material e autoridades investigaram o 
incidente, afirmando que as substâncias que atuaram ao vazamento não 
deveriam ser transportadas por avião.Partes internas do compartimento de bagagens da aeronave foram corroídas pelo material.A imagem mostra um Airbus A330-300, do mesmo modelo do acidente
Em 15 de março de 2000, o voo MH85, saído de Pequim para Kuala Lumpur, capital da Malásia, foi danificado pelo vazamento de cloreto de oxalilo durante o descarregamento da aeronave. Cinco carregadores de bagagem foram intoxicados pelo material e autoridades investigaram o incidente, afirmando que as substâncias que atuaram ao vazamento não deveriam ser transportadas por avião.

Partes internas do compartimento de bagagens da aeronave foram corroídas pelo material.

A imagem mostra um Airbus A330-300, do mesmo modelo do acidente

Em 8 de março de 2014, o acidente mais famoso: o voo MH370 desapareceu 
misteriosamente sobre o oceano Índico com 239 pessoas a bordo, após 
mudar de rota radicalmente uma hora após a decolagem. Os motivos
 do acidente nunca foram esclarecidos e os destroços ainda não foram 
encontrados, apesar das gigantescas operações de busca, que envolveram 
governos de países como China, Austrália e Malásia.Na imagem, um avião similar ao envolvido no acidente
Em 8 de março de 2014, o acidente mais famoso: o voo MH370 desapareceu misteriosamente sobre o oceano Índico com 239 pessoas a bordo, após mudar de rota radicalmente uma hora após a decolagem. 

Os motivos do acidente nunca foram esclarecidos e os destroços ainda não foram encontrados, apesar das gigantescas operações de busca, que envolveram governos de países como China, Austrália e Malásia.

Na imagem, um avião similar ao envolvido no acidente

Em 21 de abril de 2014, o voo MH192, com destino a Índia, precisou 
voltar para Kuala Lumpur após um dos pneus explodir e danificar o 
sistema de aterrissagem. A polícia malaia iniciou uma investigação para 
apurar se houve alguma interferência na aeronave antes da decolagem, mas
 as suspeitas não se confirmaram
Em 21 de abril de 2014, o voo MH192, com destino a Índia, precisou voltar para Kuala Lumpur após um dos pneus explodir e danificar o sistema de aterrissagem. A polícia malaia iniciou uma investigação para apurar se houve alguma interferência na aeronave antes da decolagem, mas as suspeitas não se confirmaram

Em 24 de abril de 2014, uma avião da Firefly Airlines, subsidiária 
da Malaysia, foi forçado a voltar para o aeroporto de Penang, um estado 
malaio, após problemas que impediram a ativação do trem de pouso
Em 24 de abril de 2014, uma avião da Firefly Airlines, subsidiária da Malaysia, foi forçado a voltar para o aeroporto de Penang, um estado malaio, após problemas que impediram a ativação do trem de pouso

Em 17 de julho de 2014, um avião da empresa foi abatido na Ucrânia, e todas as 298 pessoas a bordo morreram
Em 17 de julho de 2014, um avião da empresa foi abatido na Ucrânia, e todas as 298 pessoas a bordo morreram
ONU garantiu que rota era segura, diz Malaysia Airlines após ter avião abatido por míssil

ONU garantiu que rota era segura, diz Malaysia Airlines após ter avião abatido por míssil

Após acidente, várias companhias áreas evitaram sobrevoar a região

Autoridades aéreas emitiram alerta sobre perigo de voos na UcrâniaAP
A Malaysia Airlines disse na sexta-feira (horário local) que a rota usada pelo avião que caiu na Ucrânia havia sido declarada segura pela Organização da Aviação Civil Internacional, um braço da ONU.
A companhia aérea também afirmou que a Associação Internacional de Transportes Aéreos "tinha afirmado que o espaço aéreo que a aeronave estava atravessando não estava sujeito a restrições".
A Malaysia Airlines disse ainda que o avião transportava 298 pessoas, sendo 283 passageiros e 15 tripulantes, com três crianças a bordo. Anteriormente, a informação era de 295 pessoas na aeronave.
Após a notícia da queda do avião, várias companhias áreas optaram por não voar sobre o território ucraniano. A primeira delas foi a Lufthansa, seguida pela Delta e KLM. A maioria dos voos passou a sobrevoar o território russo ou turco.
Segundo a AP, desde o início dos conflitos na região leste da Ucrânia, autoridades aéreas de vários países - incluindo a FAA (Administração Federal de Aviação), dos Estados Unidos - emitiram alertas sobre os perigos de voar na região, uma vez que rebeldes pró-russos já haviam abatido pelo menos duas aeronaves militares ucranianas.
Autoridades de inteligência americanas confirmaram que foi um míssil que derrubou o avião, enquanto militares ucranianos e rebeldes pró-russos trocam acusações entre si sobre quem teria disparado o projétil contra a aeronave da Malásia.
O avião da Malaysia Airlines caiu na região de Donetsk, na fronteira entre Rússia e Ucrânia, nesta quinta-feira (17), e todas as 298 pessoas a bordo da aeronave morreram, entre elas, 154 holandeses. O Boeing 777, do voo MH17 da empresa, dia de Amsterdã, capital da Holanda, para Kuala Lumpur, na Malásia.
Israel alerta cem mil palestinos a deixarem casas e intensifica ataques à Gaza

Israel alerta cem mil palestinos a deixarem casas e intensifica ataques à Gaza

Ofensiva militar israelense deixou 204 palestinos mortos em 8 dias
Segundo a ONU, 560 casas já foram destruídas por ataques aéreos israelensesREUTERS/Ibraheem Abu Mustafa
Israel alertou milhares de palestinos no leste e norte de Gaza para que deixem suas casas em meio à intensificação da ofensiva aérea contra alvos de militantes.
A operação, que Israel diz ter como objetivo interromper o lançamento de foguetes contra seu território, foi iniciada há oito dias e já deixou 204 palestinos mortos, segundo autoridades. A ONU advertiu que a maioria das vítimas é civil.
Na terça-feira (15), Israel registrou sua primeira morte — um homem de 38 anos atingido por um morteiro disparado desde Gaza, segundo a imprensa.
Israel retomou seus ataques aéreos com o fracasso de uma tentativa do Egito de mediar um cessar-fogo na terça-feira, e disse que militantes dispararam dezenas de foguetes demonstrando que não respeitariam o cessar-fogo.
O gabinete de segurança de Israel havia aprovado o acordo, mas o Hamas inicialmente rejeitou-o, dizendo que os termos não contemplavam o bloqueio à Gaza, que tem causado uma profunda crise econômica no território.
Uma autoridade do Hamas disse à BBC que o grupo analisaria uma solução política para a crise.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, disse "não ter escolha" a não ser intensificar a campanha militar. "Se não há um cessar-fogo, nossa resposta é fogo", disse.
— Este [problema] poderia ser resolvido melhor diplomaticamente, e isto foi o que tentamos fazer quando aceitamos a proposta egípcia. Mas o Hamas nos deixa sem escolha a não ser ampliar e intensificar nossa campanha contra eles.
'Mais de 140 foguetes'
O Exército israelense usou mensagens telefônicas gravadas para alertar 100 mil residentes de Gaza a deixarem suas casas no início da manhã de quarta-feira. Dez pessoas teriam morrido no território durante ataques noturnos.
Israel também atacou a casa de uma autoridade do Hamas no oeste de Gaza. Mahmud al-Zahar, membro do conselho político do grupo, não estava no local no momento do ataque.
A agência da ONU para refugiados palestinos disse na terça-feira que centenas de milhares de palestinos estão sem acesso à água após os ataques israelenses e que 560 casas haviam sido destruídas.
Militantes palestinos dispararam mais de 140 foguetes contra Israel na terça-feira, segundo o Exército israelense, e mais de 1.100 mísseis nos úlitimos oito dias.
Israel tem mobilizado dezenas de milhares de soldados na fronteira com Gaza em meio a especulações sobre a possibilidade de uma ofensiva terrestre.
A porta-voz do Departamento de Estado americano Jen Psaki disse que Israel tem o direito de se defender, mas afirmou que "ninguém quer uma guerra terrestre".
'Fim do bloqueio'
Um porta-voz do Hamas, Osama Hamdan, disse à BBC ter tomado conhecimento da iniciativa do Egito pela imprensa e que um cessar-fogo não poderia ser implementado sem que os detalhes fossem divulgados.
O braço armado da Hamas, as Brigadas Izz al-Din al-Qassam, rejeitou a proposta, dizendo que seu confronto com Israel cresceria em "intensidade e ferocidade".
Sob os termos da iniciativa do Egito, o cessar-fogo seria seguido de uma série de reuniões em Cairo com delegações de ambos os lados.
Moussa Abu Marzouk, um importante oficial do Hamas, disse que nenhuma decisão havia sido tomada. Mas, em entrevista à TV libanesa, afirmou que "o bloqueio a Gaza deve ser suspenso e a população local deve viver com liberdade como todas as outras pessoas do mundo".
Outro líder do Hamas em Gaza, Mushir al-Masri, disse à agência Associated Press que seria preciso mediadores e garantias internacionais para que qualquer acordo funcione.
Netanyahu foi criticado por ter aceitado a proposta egípcia. O gabinete do premiê anunciou que o vice-ministro da Defesa, Danny Danon, foi exonerado por tê-lo chamado de "fracasso".
"É inaceitável que o vice-ministro da Defesa ataque a liderança do país que comanda a campanha", disse um comunicado.
Cerca de 50 pessoas estão sob os escombros após queda de edifício na Índia

Cerca de 50 pessoas estão sob os escombros após queda de edifício na Índia

Cem membros das equipes de resgate estão no local do acidente 

As equipes de resgate estão retirando os sobreviventes dos escombrosEFE
Calcula-se que 50 pessoas estejam presas sob os escombros de um prédio de 12 andares em construção que caiu neste sábado (28) na cidade de Chennai, no sul da Índia, informaram fontes dos serviços de resgate.
O desabamento do imóvel aconteceu no início da tarde local no bairro de Mugalivakkam, nos arredores de Chennai, disse à agência local PTI o diretor adjunto dos Serviços de Bombeiros e Resgates da cidade, S. Vijayasekar.
Apesar das intensas chuvas que castigaram a zona durante todo o dia, Vijayasekar afirmou que "não parece que as precipitações tenham sido as responsáveis pela queda, embora seja preciso esperar" para dar uma versão definitiva do que aconteceu. 
Cem membros das equipes de resgate estão no local do acidente e por enquanto conseguiram resgatar uma pessoa com vida. Teme-se que a maioria dos presos seja de trabalhadores da construção, entre os quais estariam homens e mulheres e seus filhos, pois na Índia as crianças costumam viver com seus pais no interior do edifício durante o tempo que dure a obra.
Esse tipo de acidente é frequente no gigante asiático e suas causas são atribuíveis frequentemente ao estado precário das infraestruturas, à falta de manutenção e à corrupção.
Também hoje, em Nova Déli, pelo menos sete pessoas morreram, entre elas três crianças, outras 14 ficaram feridas e um número indeterminado continua preso sob os escombros de um edifício residencial ilegal que desabou esta manhã.
Em abril de 2013, o afundamento de um edifício ilegal situado em Mumbai, no sudoeste do país, causou a morte de 74 pessoas, enquanto na queda de um imóvel em construção em janeiro passado no estado ocidental de Goa morreram 24 pessoas. 
Técnico do Uruguai rompe com a Fifa por caso Suárez

Técnico do Uruguai rompe com a Fifa por caso Suárez

Oscar Tabárez não faz mais parte da Comissão de Estratégia da entidade máxima do futebol
O técnico do Uruguai, Oscar Tabárez, anunciou nesta sexta-feira sua renúncia à Comissão de Estratégia da Fifa insatisfeito com a punição de nove partidas de suspensão que a Comissão Disciplinar da entidade impôs ontem ao jogador uruguaio Luis Suárez.

"Estou vinculado à Fifa há muitos anos, primeiro como instrutor, depois como integrante do grupo técnico e agora fazendo parte da Comissão de Estratégia", destacou Tabárez em uma declaração à imprensa. "Sinto que devo afastar-me desse cargo porque dentro da Fifa há pessoas que pressionaram para que Suárez fosse punido com severidade excessiva. Essas pessoas manejam valores e procedimentos muito afastados dos que eu acredito ter", acrescentou o treinador.

A seleção uruguaia enfrentará a Colômbia amanhã no Maracanã em partida válida pelas oitavas de final da Copa do Mundo.
Fãs homenageiam Michael Jackson no quinto aniversário de sua morte

Fãs homenageiam Michael Jackson no quinto aniversário de sua morte

AFP
Como uma família unida, dezenas de fãs incondicionais de Michael Jackson de todo o mundo reuniram-se nesta quarta-feira no mausoléu onde o cantor está enterrado, em Los Angeles, para lembrar com flores e mensagens o quinto aniversário de sua morte.
Os admiradores levaram cartazes, fotografias e mais de 15 mil rosas para mostrar o respeito e a admiração pelo ídolo, que morreu em 25 de junho de 2009, aos 50 anos, em consequência de uma parada cardíaca, causada por um anestésico.
"Cinco anos sem vocês, te queremos ainda mais", "Sentimos sua falta" e "Obrigado por nos dar constantemente razões para sorrir", eram algumas das mensagem deixadas no cemitério de Glendale.
"É a segunda vez que venho aqui. É um dia muito emocionante", relatou à AFP Makie, que veio do Japão com um grupo de amigas, todas com camisas de Jackson.
Muitos fãs estavam vestidos com trajes característicos do artista, como sua jaqueta de couro ou sua luva branca. Outros faziam a alegria dos presentes ao reproduzir movimentos e poses marcantes do "Rei do Pop".
Carine Temmerman, integrante de um grupo de fãs da Bélgica, colocou com cuidado na grama cartões enviados pelos integrantes. "Chorei muito com as mensagens", confessou, emocionada.
Vestindo o icônico chapéu negro de Jackson, Temmerman contou que pretendia almoçar no restaurante favorito do seu ídolo - o "Chakra", em Beverly Hills - e comparecer mais tarde a uma vigília organizada junto à estrela do artista na Calçada da Fama.
As 15.627 rosas levadas ao local foram vendidas, e o dinheiro foi doado para instituições de caridade. "Fazemos todas as coisas que Michael Jackson costumava fazer", garante Melanie Freeman, fundadora do fã-clube de Nova York.

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